ago 30

O futuro da Internet

O futuro nos encanta, gostaríamos de saber como será o mundo de amanhã, cientistas, escritores nos mostram um conjunto de cenários de evolução, a maioria das pessoas concorda num ponto fundamental: A tecnologia está mudando de forma acelerada nosso mundo, temos acesso a uma variedade de profundidade de informações que seriam imagináveis em épocas passadas. Nenhuma outra tecnologia terá mais impacto na vida das pessoas nos próximos anos do que a internet. A digitalização e a interatividade facilitam a disseminação da informação, são fatores de asceleração de um novo formato que derrubará as fronteiras da informação e do conhecimento, enfim não existe mais barreiras.

A era semântica se aproxima, a participação com informações e conhecimentos em tempo real em dados linkados e estruturados, permitirão que os motores de busca cheguem a conclusões e não apenas em simples dados, resultados com base em palavras-chave.  

O caminho para essa nova era começou no final do século passado. Em 1.989, Tim  Berners-Lee, um cientista de computação, inventou a World Wide Web, iniciava uma revolução da mídia com a Internet. O Rádio gratuito via internet aparece, a televisão via internet permite os telespectadores evitarem comerciais e todos os dias milhões de pessoas leem jornais online. O computador supera as vendas dos televisores no Brasil e o tempo de permanência do brasileiro na internet é o maior do mundo. Fickler torna-se o maior repositório de fotos da história, assim como o You Tube, de filmes, a Wikipedia o maior dicionário online do mundo, Blog se apresenta como um importante canal de comunicação e o microblog Twitter possibilita uma comunicação em tempo real. Outras mídias sociais como Orkut lidera o ranking dos sites mais visitados do país, assim a internet deixa de ser uma rede de computadores e passa ser uma rede de pessoas com o mesmo interesse convivendo em comunidades.

As marcas se transformam em mídias, os leitores em comentadores, 1 em cada 3 internautas dá sua opinião sobre marcas, produtos e serviços. Os consumidores passaram a gostar de interagir, opinar, querem mais do que consumir produtos, participar da sua criação.

Em entrevista exclusiva a José Salibi Neto, do Mundo do Marketing | 04/08/2009, Philip Kotler fala como devemos fazer marketing nos dias de hoje de crise e de redes sociais. “Fenômenos como globalização e digitalização introduziram uma nova dimensão de  velocidade e interdependência em nossa vidas”.

Para Kotler cabe aos profissionais de Marketing fazer duas coisas: Uma é monitorar as conversas para descobrir se sua marca é tema de discussão e segundo as empresas precisam descobrir melhores maneiras de identificar potenciais clientes com a mídia social.

O grande desafio para os profissionais prestadores de serviços de comunicação é apresentar soluções aos seus clientes que acompanhem essa evolução.       

Por: Airton Hilário Schaefer.

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ago 24

Boca a boca

Nesses meus vinte e tantos anos que trabalhei como gerente comercial de rádio e televisão, sempre ouvi dos meus clientes que a melhor propaganda para eles é a boca a boca. Evidentemente quando alguém que confiamos recomenda um produto ou serviço o resultado é muito maior do que uma propaganda paga. Compreendi um pouco mais a importância dessa comunicação tradicional, ao estudar e vivenciar o e-marketing e a comunicação online. Na verdade essa comunicação tradicional boca a boca ganhou maior proporção com o surgimento da internet, pricipalmente na era da web 2.0.

Hoje quando falamos de um produto ou serviço utilizando a internet tornamos uma informação que antes era invisível numa informação visível. Ao publicar uma mensagem no meu site, no blog, ou em redes sociais como Orkut, Facebook, twitter, estou compartilhando com clientes, amigos ou pessoas desconhecidas, porém com o mesmo perfil, fazendo com que esta informação se torne visível. Com a comunicação online é possível monitorar e compreender como os consumidores veêm o produto ou serviço.

Quando falamos dessas formas de comunicação pela internet, falamos de mídias geradas de consumidores para consumidores e que se fortalecem a cada dia. É claro, tanto na forma tradicional como na online existem os formadores de opinião, são eles que disseminam a informação. Dentro da rede existem algumas pessoas mais referenciadas, vamos dar um exemplo: eu tenho um blog, porém acesso outros blogs de assuntos do meu interesse criando links para esses blogs ou redes sociais, que tem outros milhares de amigos e outros links apontando. Ao referenciar através de um link estou afirmando que gosto do que estas pessoas falam ou fazem. Quanto mais essas fontes são referenciadas mais elas sobem na indexação dos sites de busca, assim são reconhecidas por sua relevância, portanto são consideradas mais importantes.

O grande desafio para as empresas anunciantes e suas agências de propaganda é como atrair a atenção dessas pessoas que hoje preferem escrever, comentar em outro blog do que assistir uma televisão, ler um jornal ou uma revista.

Por: Airton Hilário Schaefer

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ago 21

Serviço de Geolocalizaçãol

Twitter postou em seu blog ontem (20) o lançamento de uma nova API: a de geolocalização.O serviço permitirá a localização de qualquer tweet com dados de longitude e latitude que poderá ser utilizado em sites como Google Maps.

Com dados precisos de localização será possível escolher entre ler tweets de pessoas que nos seguem ou de qualquer pessoa que esteja na vizinhança ou cidade, independentemente se estou seguindo ou não.

Imaginemos a contribuição que esse serviço poderá prestar para um determinado evento,  por exemplo: uma catastrofe como as enchentes em Santa Catarina ou uma grande festa como a Oktoberfest em Blumenau. Será possível acompanhar somente aqueles que estejam vivenciando e evidentemente comentando sobre o evento.

Por: Airton Hilário Schaefer.

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ago 19

Acompanhe abaixo o guia especial com os passos de como as empresas podem participar no Twitter.

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ago 12

Citweet

Estão surgindo idéias e projetos maravilhosos que valorizam ainda mais essa ferramenta fantástica que é o Twitter. Uma delas é o Citweet permite que você veja tweets divididos por cidade, possibilitando encontrar pessoas interresantes em sua cidade fácilmente.

Segundo informações da Meio Bit “o sistema usa geolocalização provida pelo Google Maps. Tendo ela, uma consulta à API do Twitter é feita, passando informações de localização da mensagem, e possibilitando determinar a origem dela através do IP. Com essa informação, o Twitter retorna um feed RSS com os usuários daquela localidade, e aí a mágica acontece”.

Se sua cidade não está na lista das do Citweet, basta mandar um reply para o @citweet informando o nome dela e esperar a inclusão. Ah, um detalhe: só cidades com mais de 50 mil habitantes são aceitas.

Por: Airton Hilário Schaefer.

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ago 07

extra_leiseca

Li hoje no Globo.com uma matéria revelando alguns internautas do Rio de Janeiro contrários as Blitzes e que encontraram uma maneira de driblar através do twitter. O microblog http://twitter.com/LeiSecaRJ é alimentado pelos followers que já somam 580 twitteriros. A informação é repassada pelo twitter e por torpedo para os celulares de outros seguidores.

Segundo o idealizador o objetivo é  “ajudar as pessoas a evitarem os engarrafamentos”. Tem seguidor que ve a “Blitz é um termo nazista, é imoral você parar centenas de pessoas sem motivo algum, sem crime, e exigir ver impostos pagos!”.  

Penso que essas pessoas estão exercendo um desserviço a sociedade, prejudicando assim um trabalho do governo. A Blitz tem diversas finalidades de orientar a população através de campanhas, também de coibir a circulação de motoristas e transportes que estejam em situação irregular, além do importante tabalho na prevenção do tráfico de armas e entorpecentes, o que no Rio de Janeiro é muito comum.

Se essa moda pegar, adeus as blitzes. Voce é a favor ou contra?

Por: Airton Hilário Schaefer

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ago 04

Assista o vídeo sobre Web 2.0, foi feito pelo Lidec (Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária – http://www.lidec.futuro.usp.br) da Escola do Futuro da USP. Tradução e adaptação do vídeo "The Machine is Us/ing Us", de Michael Wesch

 

Por: Airton 

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