mai 16

Mais uma dica legal do blog mídias sociais  sobre política na internet.

A especialista em política digital Larissa Squeff, executiva da Máquina Web, faz uma análise dos principais tópicos abordados pelos estrategista da campanha eleitoral de Barack Obama durante o 1º Seminário de Estratégia de Comunicação e Marketing da George Washington University.

Por: Airton H. Schaefer

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mar 27

Esse é um tema frequentemente debatido e muitas empresas gostariam de dominar e entender toda essa revolução que a internet vem passando. Todas as suas transformações desde o surgimento da web 2.0 e do avanço das redes sociais. Na verdade a maioria das empresas ainda olha para as midias sociais como um lugar com uma grande audiência para veicular o seu comercial.

O primeiro grande desafio é o fator cultural, as empresas e agências de publicidade estão acostumadas a calcular GRP de um veículo de mídia ou programação que possuem grande audiência para atingir o seu público-alvo. Trabalham a verda do cliente utilizando várias outras formulas como CPM, CPP, entre outras, para alcançar o melhor investimento. E nas mídias sociais compramos audiência?

Marcelo Coutinho diretor de Análise de Mercado do IBOPE Inteligência em seu artigo “Quanto vale uma rede social ?”  , nos faz refletir e ajuda a entender e a coneituar uma rede social. Para Marcelo Coutinho é um equivoco medir o valor de uma rede social pela sua audiência, pois equivale a igualar um “espectador” a um “amigo” ou “inimigo”. “Uma rede social é algo infinitamente mais valioso que uma audiência, mas ao mesmo tempo é mais fluida, menos passiva e mais instável. Ela não se baseia em critérios “imobiliários” de compra e venda de “espaço” entre seus integrantes, como na mídia tradicional. Sua “moeda” é outra: a capacidade de mobilizar indivíduos (ou avatares) em torno de um tema. Esta capacidade tem um conceito equivalente ao que na sociologia é chamado de “capital social”.

Eu prefiro chamar Rede Social de “Mídia Social” porque redes sociais sempre existiram mesmo antes do surgimento da internet, nossa comunidade é uma rede social composta por pessoas que interagem entre si. É claro que a mídia tradicional e mídia social são parecidas e podem ser exploradas para trabalhar qualquer marca, porque são meios de comunicação e com grande valor de resultado.

A grande diferença a meu ver está na “Comunicação”, na mídia tradicional a ação publicitária é predatória e muitas vezes com mensagens indesejáveis, enquanto que na mídia social é participativa, o expectador conversa e espera que as marcas façam o mesmo, com informação relevante e útil para ele. O expectador confia cada vez menos na propaganda paga, a prova está no resultado da pesquisa realizada pela empresa americana Edelman de Relações Públicas dos EUA. Embora sem dados para o Brasil, o levantamento apontou que para os jovens adultos americanos (entre 25 e 34 anos), a Wikipédia, os blogs e o YouTube superam em credibilidade a propaganda tradicional, quando o assunto são empresas.

Qual a credibilidade de cada fonte de informação sobre uma empresa?*
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Fonte: Blog do digital age.
Pesquisa : Trust Barometrer 2008, Edelman (*somente respostas “extrema credibilidade” ou “muita credibilidade”)

A comunicação de uma empresa nas mídias sociais deve ser permanente e não saxonal, por períodos como é feita na mídia tradicional. Como diz o Marcelo em seu artigo “Capital social não se “compra”, se constrói. Através de interações relevantes, recíprocas e duradouras –ou seja, um projeto de comunicação com redes sociais não vai caber na régua estreita do “ROI” de orçamentos mensais. Mais do que grandes números –ou investimentos— exige um trabalho constante e perene.” 

Com a Mídia Social  conversarmos com os nossos clientes em grande escala, respondemos os seus elogios, opiniões e também as críticas, podemos monitorar o que estão falando de nossa empresa e solucionar um problema muitas vezes em tempo real.

Não se engane ao pensar que todos os seus clientes estão satisfeitos com sua empresa, por isso, atenda as necessidades desses clientes antes que disseminem suas insatisfações em suas redes sociais.

Por: Airton Hilário Schaefer 

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nov 24

Foi através do blog de Tarcízio Silva que pude conhecer o excelente trabalho da agencia Mapa Digital que mapeou os candidatos à presidencia do Brasil e ao Governo de Minas Gerais em 2.010 de como estão inseridos nas mídias socias. Uma análise do que os políticos brasileiros estão fazendo de “certo”e “errado, utiliando os critérios de Presença, Atua.lização, Interação, Ferramentas e Personalização.

Os poíticos foram rápidos para aprovar a reforma eleitoral liberando a internet nas eleições 2.010 e lentos para entender e de como utilizar corretamente os recursos que a web 2.0 oferece. É o que mostra a apresentação abaixo, vale a pena ler:

Escrito por Airton H. Schaefer \\ tags:

set 30

O Núcleo Web da Acib traz para Blumenau em seu primeiro evento Roberto Aloureiro, gerente de mídias sociais da Construtora Tecnisa empresa do segmento de construção civil e que virou caso de sucesso por utilizar os recursos da web 2.0.

A palestra entitulada “A Internet Gerando Negócios”  acontece nesta quarta feira (30) no Teatro Carlos Gomes a partir das 19h:30 . A TradeMídia.com em parceria com a ISO Audiovisuais e Signativa,  fará a transmissão ao vivo pela internet, as inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.acib.net/nucleoweb.

Abaixo VT 30” que está sendo veiculado na RIC RECORD:

Por: Airton Hilário Schaefer

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set 20

Prezi é mais um recurso da Web 2.0, ferramenta on-line com enfoque exclusivo para elaboração de apresentações mais dinâmicas.

Com muito mais recursos o serviço permite colocar vídeos, áudios, textos como aqueles que estamos acostumados no Power-Point.O principal diferencial da ferramenta Prezi é a interação, com funções de zoon oferece profundidade as apresentações.

Fonte: Juliana e Gattune.

Por: Airton Hilário Schaefer

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